Em depoimento à CPI que investiga atrasos na implantação do projeto Cidade Digital, secretário de Planejamento diz que seleção de beneficiados será feita com base em critérios sociais
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"A ideia é de inclusão digital, disponibilizar para aquelas pessoas que não têm condições de pagar por internet. Por isso a participação da Assistência Social, que fará esse cadastramento", afirmou Assis, que estima em cerca de 5,7 mil o número de residências beneficiadas com o programa. No total, até 15 mil pessoas poderão usufruir do sinal gratuito, sendo que o projeto tem uma capacidade de conexão de até 3 mil pessoas simultaneamente.
Assis afirmou ainda que no mais tardar até junho de 2016 o projeto deve estar em pleno funcionamento. Atualmente, a empresa vencedora da licitação para implantação do projeto, a MWI Soluções Tecnológicas, finaliza a instalação de 10 antenas que vão disponibilizar o sinal em bairros mais carentes da região Norte, como Parque da Cidadania e Nova Esperança.
Em depoimento, o secretário de Planejamento explicou que o projeto original, que previa disponibilização de sinal aberto para toda população, precisou ser revisto, já que os recursos liberados pelo governo federal - cerca de R$ 1,3 milhão - não comportaria a demanda. Originalmente, eram previstas a instalação de 37 antes, número que, numa segunda projeção, foi reduzido para 10.
"As 37 antenas iniciais não eram factíveis. Preferimos reduzir para atender bem. Até porque, senão iriamos concorrer com as empresas que prestam serviço de provedor de internet", afirmou Assis. De acordo com ele, após a seleção feita pela Assistência Social, as pessoas beneficiadas vão receber uma senha para garantir o acesso à internet. "Nós já temos a Infovia, que é um anel de fibra ótica que interligou órgãos públicos. Isso facilitou muito."
O gerente de infraestrutura da Empro, Vagner Bortoleto, disse que a única restrição de acesso será a sites de pornografia e pedofilia, e que as redes sociais, como Facebook e YouTube, serão liberados.
Os vereadores que integram a CPI - Maurin Ribeiro (PC do B), Dourival Lemes (PSD), Eduardo Piacenti (PPS) e Celso Peixão (PSB) - devem se reunir em breve para definir os próximos passos da investigação. Mas a tendência é que a secretária da Assistência Social, Helena Marangoni, seja a próxima convocada para explicar os critérios de seleção. Helena é pré-candidata a vereadora pelo PSB.
"Muita gente ironizou a instalação dessa CPI, mas agora está ficando clara a importância dela", afirmou Maurin, presidente da comissão.
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