Presidente da Câmara e da CPI do Apagão, Fábio Marcondes (PR), recebe membros da diretoria da CPFL, investigada por suposta falha na prestação de serviço e fornecimento e manutenção da rede elétrica em Rio Preto; CPI foi instalada após blecaute do último dia 22 deixar parte da cidade sem energia por até 90 horas
Data Indisponível - Categoria: Notícias da Câmara
Representantes da cúpula da CPFL se reuniram no final da tarde desta quinta-feira (29/10) com o presidente da Câmara, Fábio Marcondes (PR), que também preside a CPI do Apagão, para colocar a companhia à disposição dos vereadores que vão apurar falhas na prestação de serviço e manutenção da rede elétrica de Rio Preto.
A CPI foi instalada, com apoio dos 17 vereadores, após o blecaute registrado no último dia 22 em Rio Preto e que deixou parte da cidade sem energia elétrica por até 90 horas. O apagão foi motivado pela forte ventania que atingiu a cidade, com ventos que chegaram a 90 quilômetros por hora. O que a CPI quer saber é porque a CPFL demorou tanto tempo para restabelecer o fornecimento de energia, bem como analisar a qualidade do serviço prestado na cidade. Sofreram com a falta de energia os distritos de Engenheiro Schmitt e Talhado e bairros como Vila Toninho, Damhas e Anchieta, entre muitos outros.
Marcondes recebeu a diretoria da concessionária em seu gabinete. Estiveram presentes o gerente de negócios em Rio Preto, Luiz Antonio Gomes, o gerente de departamento de serviços de rede, Edson Renó Amaral, o gerente de serviços, Paulo Sérgio Dato e o gerente de serviços comerciais Pedro Cesar Andreo De Aro. Além de Marcondes, integram a CPI os vereadores Paulo Pauléra (PP), que é relator, e Marco Rillo (PT), Dourival Lemes (PSD) e Alessandra Trigo (PSDB) como membros.
O presidente da CPI não quis adiantar os próximos passos da investigação. Diz apenas que vai colher informações para definir eventuais futuras convocações. Não estão descartados, porém, requerimentos solicitando da CPFL o número de chamados no dia do vendaval bem como o contingente da companhia em Rio Preto. Existe a suspeita de que a falta de funcionários pode ter contribuído para a demora no restabelecimento da energia em toda a cidade.
Em entrevista à TV Câmara, Luiz Antonio Gomes reconheceu a demora no atendimento, mas culpou a intensidade do vendaval, que além de Rio Preto atingiu toda área de atuação da CPFL no Estado. Disse, ainda, que muitos cabos foram rompidos por queda de árvores, o que dificultou o serviço.
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